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IRS

Vanaf vandaag kan u uw IRS verklaring, alleen digitaal, inleveren. U kunt dit doen tot en met 30 juni, ongeacht in welk “regime” u werkt of u uw inkomsten verkrijgt.

In de Publico van vandaag staat een heldere uitleg over een paar belangrijke dingen!

From today, you can deliver your IRS declaration, only in a digital form. You can do this till the end of June, whether you work or receive a pension.

In the Publico, today a very clear article about some important issues was published!

CONTAMINAÇÃO CRÓNICA POR GLIFOSATO EM PORTUGAL A Plataforma Transgénicos Fora lançou uma iniciativa em 2018 para testar a presença de glifosato em voluntários portugueses. As análises, realizadas em julho e em outubro com o mesmo grupo, demonstram uma exposição recorrente ao herbicida e apontam para uma contaminação generalizada por glifosato em Portugal. Pela primeira vez em Portugal foi possível calcular os valores de exposição efetiva ao glifosato (que levam também em consideração o AMPA – substância em que o glifosato se transforma quando começa a degradar-se) e os resultados, quando comparados com outros países europeus, (1) mostram uma diferença preocupante: enquanto que na média de 18 países se verifica que 50% das amostras estão contaminadas, as duas rondas de testes em Portugal estavam acima desse valor – e em outubro a contaminação foi detetada em 100% das amostras, tal como apresentado nesta imagem. O glifosato é o herbicida mais usado em Portugal e causa cancro em animais de laboratório, estando classificado pela Organização Mundial de Saúde como carcinogéneo provável para o ser humano.(2) Embora a Comissão Europeia tenha chegado a conclusão diferente, informações recentes mostram que essa avaliação científica resultou de graves conflitos de interesses, ao ponto de plagiar sistematicamente os pontos de vista da indústria.(3) O valor médio da contaminação das amostras foi de 0,35 ng/ml em julho (valor mais alto: 1.39 ng/ml) e de 0,31 ng/ml em outubro (valor mais alto: 1,20 ng/ml), o que é cerca de três vezes (300%) acima do limite legal na água de consumo. (4) Considerando apenas as crianças verifica-se que em julho estavam próximo da média, enquanto que em outubro estavam claramente acima (com 0,44 ng/ml). O facto de existir uma contaminação considerável em crianças já tinha sido detetado em 2016 (5) e é um sinal de alerta para a necessidade de conhecer melhor qual a exposição real da população portuguesa em termos de estratificação etária, ao longo do tempo e nos diferentes pontos do país. Contaminação permanente Tanto quanto se sabe a maior parte do glifosato ingerido ou inalado pelo organismo é excretado pela urina em menos de um dia. Isso significa que a contaminação detetada na segunda ronda de análises provém de novos contactos com o herbicida. Quando se deteta contaminação ao longo do tempo isso significa que houve exposição sucessiva do organismo – ou seja, há glifosato a recontaminar constantemente a população portuguesa. Os voluntários de 2016 e de 2018 revelam dimensões diferentes da população nacional. Em 2016 anos houve uma amostragem tão aleatória quanto possível: nenhum dos voluntários escolhidos consumia agricultura biológica ou estava ligado a alguma corrente ou preocupação particular com a alimentação. Já em 2018 os participantes inscreveram-se por iniciativa própria e tiveram de pagar o custo da 1ª análise (78.20€). Cerca de 80% dos inscritos identificaram-se como consumidores de alimentos biológicos com alguma regularidade. Em termos de resultados os participantes de 2016 estavam significativamente mais contaminados, o que aponta para um possível efeito protetor nos consumidores de agricultura biológica. Por outro lado a alimentação não é o único veículo de contaminação: a água e o ar são fontes igualmente relevantes e a época do ano também tem influência (usa-se mais glifosato no início da primavera, precisamente a altura em que as análises de 2016 tiveram lugar). A coordenadora da campanha Autarquias Sem Glifosato/Herbicidas, Dra. Alexandra Azevedo, alerta: “Tivemos conhecimento de análises em águas superficiais na bacia do rio Douro que revelam contaminação 70 vezes acima do limite máximo legal. Ainda há autarquias que lavam as ruas com glifosato mas já há outras que abandonaram os herbicidas e provam no terreno que as alternativas existem.” (6) A bióloga Margarida Silva, da Plataforma Transgénicos Fora, lembra: “A ciência mais recente mostra que o glifosato altera profundamente a composição do nosso microbiota gastrointestinal. Quando esse equilíbrio fica comprometido podem surgir doenças graves, desde diabetes tipo 2 a aterosclerose, a obesidade e até cancro. Que mais evidências são necessárias para que o governo cumpra a sua função de proteger a nossa saúde?” Apelo ao governo É verdade que o trabalho realizado pela Plataforma Transgénicos Fora não permite retirar conclusões finais, mas o peso das evidências não pode ser ignorado. Desde 2016, em que a Plataforma mostrou pela primeira vez que a situação portuguesa era inesperadamente preocupante, não foram ainda tomadas pelos responsáveis governamentais quaisquer medidas que permitam desvendar o que se passa de facto no país e iniciar um caminho de redução do uso dos herbicidas à base de glifosato. Neste contexto a Plataforma Transgénicos Fora apela ao Governo Português para: 1. Lançar um estudo abrangente sobre a exposição dos portugueses ao glifosato. 2. Proibir a venda de herbicidas à base de glifosato para usos não profissionais. 3. Tornar obrigatória a análise ao glifosato na água de consumo. 4. Acabar com o uso de herbicidas sintéticos na limpeza urbana. 5. Apoiar os agricultores na transição para uma agricultura pós-glifosato nos próximos anos. Como proteger-se do glifosato e seus efeitos A Plataforma Transgénicos Fora divulga também hoje um documento com sugestões detalhadas para quem estiver interessado em limitar a sua exposição ao glifosato. O documento pode ser descarregado em https://tinyurl.com/pistas2019 Referências (1) Hoppe, H-W. (2013). Determination of Glyphosate residues in human urine samples from 18 European countries. Report Glyphosate MLHB-2013-06- 06. Medical Laboratory Bremen, Haferwende 12, 28357 Bremen, Alemanha, 12 de junho. https://tinyurl.com/hoppe2013 (2) Guyton, Kathryn Z., et al. (2015). “Carcinogenicity of tetrachlorvinphos, parathion, malathion, diazinon, and glyphosate.” The Lancet Oncology 16.5: 490-491. (3) Ferreira, Ana B. (2019). Glifosato. Especialistas contratados pela UE copiaram relatórios da Monsanto. Diário de Notícias, 15 de Janeiro. https://tinyurl.com/yblgc2kf (4) O limite imposto pela Directiva 98/83/CE do Conselho de 3 de novembro de 1998 relativa à qualidade da água destinada ao consumo humano é de 0,1 ng/ml. (5) Plataforma Transgénicos Fora (2016). Glifosato: o herbicida que contamina Portugal. 29 de abril. https://tinyurl.com/glifosato2016portugal (6) O mapa das autarquias que aderiram ao compromisso de não usar glifosato está em https://tinyurl.com/autarquiasmapaglifosato

Wie in Nederland heeft gewoond of gewerkt, heeft vaak recht op een AOW-pensioen. Ook na verhuizing naar een ander land. Mensen die in Nederland wonen, krijgen bericht van de SVB wanneer zij de AOW-leeftijd naderen. Maar AOW-gerechtigden buiten Nederland moeten zelf hun AOW aanvragen, ruim voordat ze de AOW-leeftijd bereiken. Hoe ze dat moeten doen, verschilt per land. Daarnaast is het nuttig te weten dat de AOW-leeftijd stapsgewijs omhoog gaat. De SVB doet haar best om Nederlanders en andere AOW-gerechtigden die in het buitenland wonen en/of werken te informeren over hun rechten. Maar soms heeft de SVB geen of een onjuist adres. Ook bereikt nieuws over de AOW-leeftijd niet altijd alle landen waar AOW-gerechtigden wonen. Daarom doet de SVB een beroep op partijen die (potentiële) AOW-gerechtigden in het buitenland kunnen voorzien van informatie. Hieronder doe ik u de link toekomen van de facebookpost die de Ambassade vandaag publiceerde. https://www.facebook.com/EmbaixadaHolandaPortugal/posts/1888892224573493?__xts__[0]=68.ARBwe6jnJEDYfv6ZKPAetZ4tZdafZvbEOs7U7iJOHkHQS4peilQgBkeGjvduLaWYCQ5bDnBES1bwKZZfgbFwKNurZoKvgG9tHtT-qDgEerI4jnGbSMXtbPybfX8xpZt69UVZeFcTIW-YOotCcnUGE3uczcHRjkLVX2gWNn2oFVnTDi8SacolENpDIwPbx8awe9n4M1KQsdC-zevTbWXd_plpUWKfqbqHyCwWI-uNvec5AhHrEUQwH6pn4GnCcX2d28GLsWe-748OV469WPw9d7sy1jZMbXxWUytrDyh6nTWKIwYwjaN8M8eJuZlfQOXlmztFafhq6JTd&__tn__=-R-R Met vriendelijke groet, Anne-Marie Smit Financial and Consular Assistant ………………………………………………………………………… Ambassade van het Koninkrijk der Nederlanden/ Embaixada Real dos Paises Baixos Av. Infante Santo, 43 – 5°/ 1399-011 / Lisbon / Portugal ……………………………………………………………………………….. T +351 213 914 910 annemarie.smit@minbuza.nl www.nederlandwereldwijd.nl www.netherlandsandyou.nl

Her-bebossing

De gemeente Oliveira do Hospital heeft tot 30 september een her-bebossings project lopen. U kunt er gratis bomen krijgen die na 30 september en voor 31 december moeten worden geplant. Meer informatie op de website van de gemeente.

www.cm-oliveiradohospital.pt

Fire prevention and preservation of a green Portugal.

As you know, after the terrible fires of 2018,  some changes were started in Lisbon to prevent fires. Some nonsensical and sensible measures are taken and new laws are made. About the law about cleaning the land around your house we can wonder whether the insurance companies lobbies has done their job. But still, our house was spared because we had little large / high vegetation right around the house, and we decided, during the construction, not to take wooden windows, doors and roof, however  we like it much better.

By law now, you had to clean  until April 15th , but no fines are given until May 31st. The municipalities ensure compliance , and can be fined if they don’t.

Around your house over a distance of 5 meters, no trees and shrubs higher than 50cm can be planted. Between 5 – 50 meters there must be 4 meters between the crowns.

I would like to mention that my own terrain was reasonably clean (too big and too steep to have everything clean in 1 year). Despite that, our 4-hectare land is very black.

The “wild” vegetation of our terrain consists of different types of oak, cork oaks, hawthorn, modronho, black alders and willows (by the river) and of course the inevitable blackberries, broom, etc. Ornamental trees and fruit trees, including olive, stand on one of the few flat pieces of land near our house. Through years of experience we did not have trees and shrubs close to our house, but those years of experience have not been built up by “strange” and devastating fires such as the one of 15 October 2018.

After the fire, almost all oaks, cork oaks, hawthorn and modronho are now getting new leaves again, most of the pinetrees died. Some of the fruit trees have been” rescued” by growing on clean land, but the wind has blown the fire and heat over the river, to our land, so many have died. The olive tree is the toughest, if it does not get new leaves, it sprouts at least from the bottom of the trunk. If we want to have a green and fertile Portugal in the future, I plead for planting endemic vegetation, or at least trees that are environment friendly (not invasive species) and can survive a fire. I do not mean mimosa and eucalyptus.

There is a lot of fuss about the Anna Paulowa tree. From what I hear is that there exists 2 species. One for wood production, which, by genetic manipulation, does not get flowers and therefore does not produce seed, it puts all its energy into the growth, i e a soil exhauster like the eucalyptus, and there is a garden variety that does have the beautifull flowers, and so (aparently very much) seed. The last variant florish in this climate, so it can become a threat, just like the mimosa, for the indigenous species. Before anyone starts planting that tree, or promoting it, I think it’s advisable to inform youself well first …. If anyone has some more reliable information….please inform me.


	

Brandpreventie en behoud van een groen Portugal.

Zoals u weet is er na de verschrikkelijke branden van 2018 er enige beweging gekomen in de logge ambtenarenmolen. Er worden wat onzinnige en zinnige maatregelen genomen en nieuwe wetten gemaakt. Over de wet over het schoonhouden van het land rond uw huis kunnen we ons afvragen of de verzekeringsmaatschappijen lobby zijn flinke best heeft gedaan. Maar toch, ons huis is gespaard gebleven  omdat we pal rond het huis weinig grote/hoge vegetatie hadden, en…..toch maar tijdens de bouw besloten hadden om geen houten ramen en deuren en dak te nemen, hoezeer we het veel mooier en “gezonder” vinden. Op verzoek van sommigen een verduidelijking van de wet.

U had de tijd tot 15 april, maar tot 31 mei worden er geen boetes gegeven. De Gemeentes zorgen voor de naleving, en kunnen bestraft worden als zij dat niet doen.

Rond uw huis over een afstand van 5 meter geen bomen en struiken hoger dan 50cm. Tussen de 5 – 50 meter moet er tussen de kruinen 4 meter afstand zijn.

 

Ik wil hierbij graag opmerken dat mijn eigen terrein redelijk tot goed schoon was, te groot en te stijl  om in 1 jaar alles schoon te hebben. Ondanks dat is ons terrein van 4 hectaren zeer zwart.

De “wilde” vegetatie van ons terrein bestaat uit verschillende soorten eiken, kurkeiken, meidoorn, modronho, zwarte elzen en wilgen bij de rivier en natuurlijk de onvermijdelijke bramen, brem etc. Sierbomen en fruitbomen, waaronder olijf, staan op een van de weinige platte stukken bij ons huis. Door jarenlange ervaring hadden we al geen bomen  en struiken dicht bij ons huis, maar die jarenlange ervaring is niet opgebouwd door vreemde en verwoestende branden  zoals die van 15 oktober 2018.

Na de brand lopen bijna alle eiken, kurkeiken, meidoorn en modronho nu weer uit, de meeste dennen halen het niet. Van de fruitbomen hebben sommige door het schone terrein het gered, maar de wind heeft het vuur en hitte over de rivier gestuwd zodat er toch een flink stel gesneuveld zijn. De olijf is het taaiste, mocht die geen nieuwe blaadjes krijgen dan loopt ‘ie in ieder geval van onder aan de stam uit. Willen we in de toekomst een groen en vruchtbaar land hebben, dan pleit ik voor een aanplant van endemische vormen, of minstens van bomen die omgeving vriendelijk (geen invasieve soorten) zijn en een brand kunnen overleven. Hier bedoel ik dus geen  mimosa en eucalyptus mee.

Er wordt veel ophef over de Anna Paulowaboom. Wat ik ervan begrijp is dat er 2 soorten zijn. Er is er 1 voor de houtproductie, die door genetische manipulatie geen bloemen krijgt en dus geen zaad produceert, die al zijn energie in de groei steekt, kortom een bodem uitputter zoals de eucalyptus, en er is een tuin variant die wel de bloemen, en dus (zeer veel) zaad, heeft. De laatste variant voelt zich in dit klimaat goed thuis dus kan een bedreiging gaan vormen, net zoals de mimosa, voor de inheemse soorten. Voordat iedereen die boom gaat planten lijkt het me raadzaam om je eerst goed te informeren…. Mocht iemand hier goede info over hebben dan hou ik me aanbevolen om die te ontvangen.